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Integração Sensorial

Integração sensorial

A Terapia de Integração sensorial é uma resposta científica a múltiplos e diversos problemas infantis de aprendizagem, comportamental, afetivos; aos distúrbios relacionados com o desenvolvimento e coordenação psicomotora, o autismo, a alimentação; com a capacidade de relacionamentos e da autonomia. Baseia-se na premissa de que as funções corticais superiores dependem de uma organização neural adequada nos níveis cerebrais subcorticais. A terapeuta ocupacional Jean Ayres estudou um conjunto de comportamentos e respostas sensoriais atípicas relacionadas com um processo sensorial deficitário. Podemos definir a integração sensorial como a capacidade que o sistema nervoso central possui para interpretar e organizar as informações captadas pelos diversos órgãos sensoriais do corpo. Estas informações recebidas pelo cérebro são analisadas e utilizadas de forma a permitir que o indivíduo obtenha uma informação adequada e precisa sobre ele próprio e o meio circundante. Numa Disfunção sensorial parte da infirmação não é processada adequadamente pelo sistema nervoso central dificuldade a fluidez do processamento da informação. Quando a criança não recebe informações sensoriais importantes de forma clara e concisa, pode não estar recebendo o “alimento” que o cérebro precisa para o processo de aprendizagem. Assim, vemos crianças muito inteligentes, que não produzem de acordo com o potencial intelectual que possuem. Podemos então suspeitar que exista uma dificuldade no processamento sensorial

ALGUNS SINAIS DE PROBLEMAS NA INTEGRAÇÃO SENSORIAL

1. Falta de força e tónus muscular, o que pode resultar em má postura e cansaço;
2. Má consciência espacial e desenvolvimento deficitário da percepção corporal, resultando em insegurança durante os movimentos;
3. Falta de coordenação entre os dois lados do corpo;

4. Falta de coordenação entre os olhos e o corpo, prejudicando a coordenação visuo-motora

5. Atenção de curta duração (défice de atenção);
6. Lentidão ao desempenhar ou aprender tarefas motoras novas, uma vez que precisa pensar sobre cada movimento que faz. Desajeitada, bate nas coisas ou cai muito;
7. Comportamento hiperativo;
8. Sentido tátil mal desenvolvido, fazendo com que não goste de ser tocada, tenha dificuldade em aprender sobre a forma e textura das coisas. Por outro lado, pode não perceber seu espaço pessoal e tocar demasiado nas pessoas;
9. Criança extremamente difícil de ser alimentada: muito exigente no que diz respeito à textura ou temperatura dos alimentos;

10. Apresenta medo excessivo ou ainda isolamento;

11. Dificuldade em graduar a força que precisa para manipular objectos ou tocar as pessoas.

12. Problemas em usar e entender linguagem, resultando em problemas na fala, leitura e escrita. Problemas na articulação da fala sem razão aparente

O QUE PODE SER FEITO

O brincar é a melhor forma de desenvolver a integração sensorial. Desde pequena a criança naturalmente procura as actividades que promovem uma boa integração da informação recebida através dos sentidos. Ao se movimentar, aprende sobre os limites do seu corpo dentro do espaço que a rodeia. Ao manipular objectos, aprende sobre seu peso, textura, força que precisa para segurá-los. Toda essa informação é recebida pelo cérebro, organizada e armazenada, possibilitando que a criança aprenda cada vez mais sobre o mundo em que vive.
Quando existe uma falha neste processamento a criança pode reequilibrar este sistema por meio da terapia de integração sensorial.

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